VEJA ABAIXO COMO É CONTADA A HISTÓRIA DO DILÚVIO

a fonte para a gênesis da torah, que é o antigo testamento, estão descritas dentro da tradição suméria, com um fator de AGRAVAMENTO, uma vez que não há nenhum indício, vestígio, ou mesmo história em nenhum povo antigo, ou registro sobrevivente de povos antigos, sobre quaisquer migrações de povos para o egito, ou mesmo de alguém saído de Uruk para o egito, ou de moshé (nome correto de moisés) ou abraão, o texto acima sobre os egípcios e os hebreus, demonstra que nada do que é citado na bíblia antes da fundação de judah tem qualquer autenticiade, mesmo que apenas religiosa.Mas se obsevarmos as tábuas em cuneiforme dos sumérios e babilônicos, teremos:
1) Ninti o Nintil, en la mitología mesopotámica fue una de las ocho divinidades creadas por Ninhursag, para sanar a Enki, especificamente el dolor de costilla. Fue declarada "Señora del mes o de los meses" por Ninhursag. Cuaando Enki, le hace el amor a su hija Uttu, mediante engaños, Ninhursag retira el semen que había quedado en el cuerpo de esta, y lo planta en la tierra. Brotan ocho pLantas, que luego al comerlas Enki por consejo de Isimud, le enferman en ocho partes diferentes;
(daqui veio a história deformada pela misogenia fálico solar a respeito do fruto proibido e da deusa que nasce da costela, e sendo que Ninti quer dizer em acadiano "...aquela que dá a vida..." e Eva quer dizer "...aquela que faz viver...");
El universo apareció por primera vez cuando Nammu, un abismo sin forma, se abrió a sí mismo y en un acto de auto-procreación dio nacimiento a An (dios del cielo), y a Ki (diosa de la Tierra), referidos comúnmente como Ninhursag.
La unión de An y Ki produjo a Enlil, el señor del viento, quien eventualmente se convirtió en el líder de los dioses. Después del destierro de Enlil de Dilmun (el hogar de los dioses) debido a la violación de Ninlil tenían un niño, Sin (dios de la Luna), también conocido como Nannar.
Sin y Ningal dieron a luz a Inanna (diosa del amor y de la guerra) y a Utu o Shamash (dios del Sol). Durante el destierro de Enlil, él engendró tres deidades del inframundo junto con Ninlil, el más notable de ellos fue Nergal.
Nammu también dio a luz a Enki o Abzu, dios del abismo acuático. Enki también controló el Me, los decretos sagrados que gobernaron las cosas básicas tales como la física y las cosas complejas tales como el orden y leyes sociales. Esto considera el origen de la mayoría del mundo.
E DAQUI VEIO A HISTÓRINHA DO HOMEM NASCENDO DO BARRO (contudo aqui o homem e a mulher são poderes em partes iguais, e nas tábuas originalmente a humanidade nasceu do sangue do deus mais sábio e mais capaz).
Enki:
"Eu prepararei um banho purificador
Que seja sangrado um deus...
Com sua carne e sangue,
Que Ninti misture o barro.
O destino do recém-nascido tu proferirás
Ninti fixará sobre ele a imagem de deus;
E o que ele será é "homem".
"Sangue eu juntarei, trarei ossos à vida".
Que primitivos sejam criados segundo seu padrão.
Do seu sangue (de um deus) eles criaram o gênero humano.
E os deuses muito se maravilhararam daquela obra".
Fontes para pesquisa:
http://www.angelfire.com/me/babiloniabrasil/index.html
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http://www.angelfire.com/me/babiloniabrasil/religion.html
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http://www.angelfire.com/me/babiloniabrasil/mitos.html
.ISSO SEM FALAR NO DILÚVIO CUJA FONTE É.....
O Relato do Dilúvio em Outras Culturas
Suméria: Um deus chamado Enlil anuncia ao povo que deuses pretendem destruir a humanidade, mas que ele tenciona salvá-los. O herói desta história é Ziusudra, o rei devoto da cidade de Sippur. O deus Enlil diz a Ziusudra o que fazer para se salvar do Dilúvio. O texto relacionado com a construção da embarcação não está presente, mas o facto da existência de semelhante parte é revelado nas partes onde é relatado o salvamento de Ziusudra. Confiando na versão Babilónica do Dilúvio, pode-se chegar a conclusão de que na versão Suméria completa do evento, deveriam existir muitos mais detalhes explicativos do motivo do Dilúvio e da construção da embarcação.
Babilónia: Ut-Napishtim é o correspondente Babilónio do herói Sumério do Dilúvio, Ziusudra. Outro personagem importante é Gilgamesh. Segundo a lenda, Gilgamesh decide procurar os seus antepassados para junto deles encontrar o segredo da imortalidade. É avisado dos perigos e dificuldades de tal jornada. É-lhe dito que a viagem que vai iniciar fá-lo-á passar por cima das “Montanhas Mashu e das águas da morte”; e que semelhante périplo até então só tinha sido concluído pelo (deus-Sol) deus Shamash. Todavia Gilgamesh enfrenta todos os perigos da viagem e consegue alcançar Ut-Napishtim.
O texto encontra-se cortado na parte em que se relata o encontro entre Gilgamesh e Ut-Napishtim; e quando se regressa à parte legível, Ut-Napishtim está prestes a partilhar com Gilgamesh que “os deuses reservam para si o segredo da morte e da vida” (que não o davam as pessoas). Perante isto, Gilgamesh pergunta a Ut-Napishtem como foi que este adquiriu a imortalidade; e Ut-Napishtim relata-lhe a história do dilúvio que também é mencionado nas famosas “doze tábuas” do épico de Gilgamesh.
Ut-Napishtim inicia o seu relato pela afirmação de que a história que vai contar a Gilgamesh é “algo secreto, um segredo divino”. Ele conta que provém da cidade de Shuruppak, a mais antiga das cidades da terra de Akkad. Segundo a sua descrição, o deus “Ea” tê-lo-á contactado através das paredes de um abrigo feito de canas e declarou-lhe que os deuses tinham decretado que todas as formas de vida seriam destruídas por um dilúvio; mas a razão para a sua decisão não é explicada no Dilúvio Babilónio, assim como no Sumério. Ut-Napishtim diz que “Ea” lhe sugeriu que construisse uma embarcação onde reunisse todas as “sementes de seres vivos”. Ele informa-o do tamanho e forma da embarcação; segundo isto, a largura, comprimento e altura da embarcação são iguais entre si. A tempestade tudo devasta ao longo de seis dias e seis noites. No sétimo dia acalma. Ut-Napishtim verifica que no exterior, tudo estava “transformado em lama pegajosa”. A embarcação está assente no Monte Nisir.
De acordo com os registos Sumérios e Babilónios, Xisuthros ou Khasisatra é salvo do Dilúvio por uma embarcação com 925 metros de comprimento, juntamente com a sua família, amigos, pássaros e alguns outros animais. Diz-se que “as águas estendiam-se aos céus, os oceanos cobriam as costas e os rios transbordavam dos seus leitos”. A embarcação fica então assente na montanha Corydae.
Segundo os registos Assírio-Babilónios, Ubar-Tutu ou Khasisatra é salvo conjuntamente com a sua família, criados, bandos e animais selvagens, por uma embarcação de 600 cúbitos de comprimento por 60 cúbitos de altura e largura. O Dilúvio dura 6 dias e 6 noites. Quando a embarcação assenta no Monte de Nizar, a pomba que foi solta regressa mas o corvo não.
Segundo alguns registos Sumérios, Assírios e Babilónios, Ut-Napishtim e sua família sobrevivem ao Dilúvio que dura 6 dias e 6 noites. É dito: “No sétimo dia Ut-Napishtim olhou para fora. Tudo estava silencioso. O homem tinha-se novamente transformado em barro”.
Quando a embarcação assente no Monte Nizar, Ut-Napishtim liberta um pombo, um corvo e um pardal. O corvo permanece para se banquetear com os cadáveres, mas os outros dois pássaros não regressam.
Um link sobre Ziusudra:
http://es.wikipedia.org/wiki/Ziusudra
Espero ter sido útil.
Um abraço.
Grimmwotan.
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